Seria bem difícil acreditar nos “felizes para sempre” hoje em dia. Há quem afirme ser inexistente. Diria ainda que as fases de um relacionamento sejam bem peculiares, estranhas para ser mais exato.
- E quando rola esse papo de distancia no jogo, será que funciona?
- Querido! Vamos dar um tempo?
Atualmente, poucos homens e mulheres preocupam-se com a companhia ideal e harmoniosa que os façam felizes. Considerando as opiniões mais conservadoras, o namoro está proibido ao toque até o matrimônio ou até o “que a morte os separe”. O que não é aplicado na realidade.
A falta de contato garante os “felizes para sempre”?
Casais que se vêem a cada seis meses, são como bolhas, onde a cada encontro extravasam de euforia ao ver o seu amado.
- Isso ocorre com freqüência?
Há também aqueles que findam seus relacionamentos por não suportarem a dolorosa e cruel “saudade”.
- E o processo de distancia, ele une ou separa?
- Ah! É diferente para cada um, pois se amamos de verdade, temos que suportar até essa coisa de distancia.
Há quem diga que a falta de contato físico, o toque, o cheiro, direciona a um caminho de vida infeliz. Quando acreditamos ser pra vida toda, é preciso fazer valer como cada dia sendo único.
A distancia separa e une assim, como o contato diário provoca a mesma condição. Quando se está certo do que quer pois, é preciso estar seguro para conviver com o outro, é necessário também perguntar-se da capacidade de amá-lo ou até mesmo suportá-lo até o último dia de sua vida. São questionamentos como esses que possibilitam a não distancia, mesmo que ela exista. Dialogar não é chato, é a chave do entendimento e crescimento para todos.
- Unidos ou separados, o bom mesmo é amar!
Wanderson Ribeiro
Jornalismo – Fanor
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
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